Ops!!!

Não era bem isso que você esperava encontrar???

Mas não se preocupe, se você chegou até aqui
é porque ainda não sabe da grande novidade.

Pois bem, passamos por uma reformulação completa e agora mudamos de endereço. 
A partir de agora todo o conteúdo do site do Teatro Girandolá com as informações sobre os espetáculos e agenda, estão abrigados neste novo endereço.

Então, sem mais delongas, para continuar acompanhando o Teatro Girandolá, saber de todas as novidades da Associação Cultural CONPOEMA e do ÔXE, acesse:

Depoimentos

Sinopse


Na quadrilha da Padilha,
Só não entra quem não quer.

Ela é Maria Padilha,
Maria Molambo,
Maria Mulher.

(Ponto cantado no espetáculo ensinado ao grupo pelo ogã Felipe da Casa de Umbanda Caboclo Sete Flechas)

O espetáculo “Aruê!” é o segundo trabalho do Teatro Girandolá, direcionado ao público adulto, estreou em dezembro de 2010 no Ponto de Cultura Quilombaque, no bairro de Perus - SP.
Aruê! é uma história inventada pelo Teatro Girandolá através do cruzamento entre Barba Azul, um conto francês e Amapola, história de vida de uma Pombagira, que os atores ouviram da boca da própria entidade em uma festa de terreiro.
Para a realização desse trabalho o grupo bebeu na fonte da cultura popular brasileira, se inspirando no universo mítico das Pombagiras, para celebrar o feminino selvagem.
A opressão ao feminino e a descriminação à mulher, recorrente em toda história da humanidade, é o núcleo desse trabalho.

Quem neste mundo nunca ouviu dizer?
Quem neste mundo nunca ouviu falar?
De uma menina que mora naquela estrada
Ela tem sua morada sob o clarão do luar.

(Ponto da Umbanda cantado no espetáculo)

Qual é a morada destas meninas feitas prostitutas no calor deste mundo, com tantas estradas bifurcadas, com tantas pedras que fazem doer os pés?
São três portas. Três histórias. Três atores atravessando ruas e encruzilhadas. Nestas encruzilhadas mostram-se e misturam-se personagens de um antigo conto francês – o Barba Azul – e da história de vida de uma menina leiloada num cabaré e acolhida por
Maria Padilha, mãe das meninas da vida.
Com este trabalho, o Teatro Girandolá celebra o feminino selvagem na figura das perigosas e misteriosas Pombagiras, figuras cativas do imaginário popular.


Ficha técnica


Direção: Teatro Girandolá
Dramaturgia: Beto Bellinati
Colaboração dramatúrgica: Teatro Girandolá
Elenco: Fabia Pierangeli, Gilberto Araujo e Roseli Garcia
Trilha sonora: André Arruda, Meire Ramos e Roger Neves
Iluminação: André Arruda e Mariana Moura
Operação de luz: Mariana Moura
Cenário: Teatro Girandolá e Pedro Quintanilha
Figurinos: Ana Paula Bueno e Fabia Pierangeli
Adereços: Teatro Girandolá e Ademir
Produtor gráfico: Roger Neves
Fotos: Mariana Moura
Produção executiva: Fabia Pierangeli
Indicação etária: 16 anos
Duração: 80 min.





Vídeos

Abaixo você confere um vídeo gravado em um dos ensaios do processo de Aruê! [em construção].
De lá pra cá muita coisa mudou e se transformou. Amadurecemos idéias, construímos pontes, enfim trilhamos novos caminhos... Seja bem vindo ao universo Aruê!

 

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